Empresa reforça foco em Pix, Adquirência e Cartão Corporativo e mira alcançar R$ 1 trilhão em volume transacionado em 2026
O Stark Bank recebeu o rating brA-, com grau de investimento, atribuído pela S&P, e passou a ser a primeira fintech do Brasil a contar com avaliações das três principais agências globais de rating, junto de Moody’s e Fitch Ratings. Este reconhecimento é um marco, pois solidifica o Stark Bank como um pilar de confiabilidade no mercado financeiro. A inclusão do Rating Stark Bank em discussões sobre a estabilidade econômica é fundamental.
Na prática, ratings desse tipo funcionam como um “sinal externo” de consistência. São análises independentes que observam, entre outros pontos, a capacidade de uma instituição honrar compromissos ao longo do tempo, considerando liquidez, estrutura de capital, governança e resiliência operacional.
Por que isso importa para empresas
Para CFOs e áreas de compras, o critério raramente é apenas preço. É previsibilidade. Em operações maiores e, especialmente, em ambientes com auditoria e compliance mais rígidos, o rating vira um atalho para reduzir incerteza.
Em entrevista à coluna Radar Econômico, da VEJA, Rafael Stark comentou que já houve perda de clientes por exigirem múltiplos ratings em grau de investimento, o que reforça o papel do tema na contratação por grandes empresas.
Escala: R$ 600 bilhões em 2025 e meta de R$ 1 trilhão em 2026
O anúncio acontece em um momento de escala acelerada. Segundo a VEJA, o Stark Bank transacionou cerca de R$ 600 bilhões em 2025 e mira alcançar o primeiro trilhão. A empresa ainda reportou R$ 601 bilhões de TPV em 2025, número que sustenta a projeção de evolução em 2026.
Três frentes para crescer em 2026
Com a base de confiança reforçada pelos ratings, a estratégia para 2026 se concentra em três produtos:
1) Pix
O Pix já é parte estrutural da operação de pagamentos no Brasil, e o Stark Bank segue expandindo casos de uso para empresas que precisam de rapidez com conciliação e previsibilidade de caixa.
2) Adquirência
Iniciada em 2024, a frente entra em fase de aceleração, com foco em eficiência operacional e integração ao dia a dia financeiro.
3) Cartão Corporativo
Em 2025, o cartão corporativo ganhou peso na estratégia de gestão moderna de despesas. De acordo com dados internos do Stark Bank, a vertical cresceu 385% em volume transacionado no ano, refletindo a demanda por controle, rastreabilidade e governança em tempo real.
O movimento também acompanha um contexto maior: no Brasil, o volume movimentado com cartões (crédito, débito e pré-pagos) somou R$ 4,5 trilhões em 2025, segundo a Abecs, o que mostra o tamanho da avenida para soluções corporativas mais controláveis.
“Crescemos bastante em 2025, mas ainda enxergamos muito potencial de market share. Queremos estar entre os grandes players de cartão corporativo nos próximos anos”, afirma Rafael Stark, CEO do Stark Bank, no texto-base desta matéria.
A lógica por trás do próximo ciclo
A visão de longo prazo segue a mesma: tirar peso do operacional para devolver ritmo ao negócio. A ideia não é “adicionar mais uma ferramenta” ao financeiro, e sim simplificar decisões e reduzir retrabalho.
Quando processos deixam de depender de rotinas manuais e passam a operar com clareza e governança, o que muda não é só a eficiência do time financeiro. É a velocidade com que a empresa inteira consegue avançar.
Push Forward, na prática: menos improviso, mais previsibilidade. Menos tempo apagando incêndio, mais tempo investindo em crescimento.

