Terceira edição do evento reuniu clientes, jornalistas e parceiros para apresentar lançamentos, aplicações de inteligência artificial e os próximos passos da companhia na construção de uma operação financeira cada vez mais eficiente, automatizada e global.
Nesta semana (16 de junho), o Stark Bank realizou a terceira edição do Stark Event, encontro que reuniu clientes, jornalistas, parceiros e profissionais do mercado financeiro no Stark Lounge, sede da companhia em São Paulo.
Transmitido também de forma online para todo o país, o evento teve como objetivo compartilhar a visão da empresa sobre os próximos passos da tecnologia financeira, apresentar novos produtos e mostrar como inteligência artificial, automação e ativos digitais estão transformando a forma como empresas operam seu financeiro.
Ao longo da noite, Rafael Stark, CEO e fundador do Stark Bank, e lideranças das áreas de produto e tecnologia apresentaram as principais evoluções da plataforma, reforçando um princípio que acompanha a empresa desde sua fundação: eliminar trabalho manual para que as empresas possam dedicar mais energia ao crescimento.
“A tecnologia financeira não deveria criar mais processos. Ela deveria remover obstáculos. Nosso foco continua sendo construir ferramentas que simplifiquem a operação das empresas e permitam que elas avancem com mais velocidade e confiança”, destacou Rafael Stark durante a abertura do evento.
Inteligência artificial deixa de ser tendência e passa a fazer parte da operação financeira
Um dos temas centrais do Stark Event foi o uso prático da inteligência artificial dentro do sistema financeiro.
Se nos últimos anos a IA esteve associada principalmente a produtividade e geração de conteúdo, a nova fase apresentada pelo Stark Bank mostra a tecnologia atuando diretamente em processos críticos de negócio.
Entre os destaques está o ARC by Stark, novo agente de inteligência artificial desenvolvido pela companhia para simplificar integrações bancárias e, futuramente, executar ações dentro do Internet Banking por meio de linguagem natural.
A iniciativa acompanha uma tendência observada em todo o mercado. Segundo a Deloitte, os bancos brasileiros devem investir R$ 47,8 bilhões em tecnologia em 2025, enquanto os investimentos em inteligência artificial, analytics e big data devem crescer 61% no período.
Mais do que responder perguntas, a proposta da nova geração de agentes é compreender contexto, executar tarefas e reduzir a complexidade operacional enfrentada pelas empresas.
Onboarding automatizado: reduzindo tempo e aumentando eficiência
Outro destaque apresentado durante o evento foi a evolução do processo de onboarding corporativo.
O Stark Bank mostrou como vem utilizando inteligência artificial para interpretar documentos jurídicos complexos, como contratos sociais e atas societárias, permitindo que informações críticas sejam extraídas automaticamente para apoiar decisões de aprovação de novos clientes.
O sistema combina validações automáticas, motores de score e análises complementares de risco, reduzindo significativamente o tempo necessário para abertura de contas empresariais.
A evolução reflete um desafio comum em todo o mercado financeiro: como manter padrões elevados de compliance e segurança sem comprometer a experiência dos clientes.
Ativos digitais entram na estratégia de longo prazo
Durante o Stark Event também foi apresentada oficialmente a Stark Digital Assets, nova frente de negócios dedicada ao universo de ativos digitais.
A proposta apresentada pela companhia se distancia da visão especulativa tradicionalmente associada ao setor e posiciona blockchain como infraestrutura financeira.
Na prática, clientes Stark já podem comprar e vender Bitcoin, USDC e USDT diretamente na própria conta, sem necessidade de abrir relacionamento com corretoras ou instituições no exterior.
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A iniciativa acompanha uma transformação global. Segundo relatório da Boston Consulting Group (BCG), o mercado de ativos tokenizados pode alcançar US$ 16 trilhões até 2030, impulsionado pela digitalização de instrumentos financeiros, pagamentos internacionais e novos modelos de liquidação.
Para o Stark Bank, o movimento representa uma extensão natural da evolução observada com o Pix no Brasil: tecnologias complexas operando nos bastidores para oferecer experiências mais simples ao usuário final.
Centralização financeira ganha importância em um ambiente cada vez mais complexo
Outro lançamento anunciado foi a nova funcionalidade de domicílio bancário.
A solução permite que empresas concentrem recebimentos provenientes de diferentes adquirentes e canais de venda em uma única conta de destino, simplificando o acompanhamento de fluxo de caixa e a gestão financeira.
A medida responde a uma necessidade crescente do mercado. À medida que as empresas expandem operações, multiplicam canais de venda e aumentam o volume transacional, consolidar informações financeiras passa a ser um requisito estratégico para tomada de decisão.
Com dashboards, relatórios gerenciais e controle de permissões por perfil de usuário, a proposta é transformar a conta bancária em um centro operacional da gestão financeira corporativa.
Evolução contínua da infraestrutura financeira
Além dos lançamentos, o Stark Bank também apresentou melhorias em produtos já existentes.
Entre elas está a funcionalidade de pré-autorização para operações de cartão, recurso especialmente relevante para setores como hotelaria, turismo e locação de veículos. A novidade permite realizar capturas parciais ou totais após a autorização inicial, trazendo mais flexibilidade para modelos de negócio que dependem desse tipo de fluxo operacional.
Embora discretas para o usuário final, evoluções como essa fazem parte de um trabalho contínuo de fortalecimento da infraestrutura financeira utilizada diariamente por empresas de diferentes segmentos.
Uma visão para os próximos anos
Mais do que apresentar novos produtos, o Stark Event reforçou uma visão sobre o futuro dos serviços financeiros.
A direção apontada pelo Stark Bank passa por três pilares principais: automação, inteligência artificial e integração.
Em vez de exigir que empresas adaptem suas operações aos sistemas financeiros, a expectativa é que os sistemas financeiros passem a compreender o contexto das empresas, automatizando tarefas, antecipando necessidades e reduzindo fricções operacionais.
Em um cenário onde velocidade, eficiência e capacidade de execução se tornam diferenciais competitivos cada vez mais relevantes, o papel da tecnologia deixa de ser apenas operacional e passa a atuar como um acelerador do crescimento.
Foi justamente essa visão que guiou a terceira edição do Stark Event: mostrar que o futuro do setor financeiro não será construído apenas por novos produtos, mas pela capacidade de tornar operações complexas cada vez mais simples para quem precisa tomar decisões e fazer negócios acontecerem.
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